sábado, 5 de novembro de 2011

Mais homenagens.





Bom ai vocês ja viram as postagens anteriores da missa.

São Zacarias e Santa Isabel, rogai por nós!

Neste dia recordamos a vida do casal que teve na Palavra de Deus o principal testemunho de sua santidade, já que eram os pais de João Batista, o precursor de Jesus Cristo. Pelo próprio relato bíblico descobrimos que viviam na aldeia de Ain-Karim e que tinham laços de parentesco com a Sagrada Família de Nazaré.

"Havia no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da classe de Ábias; a sua mulher pertencia à descendência de Aarão e se chamava Isabel" (Lc 1, 6).

Conta-nos o evangelista São Lucas que eram anciãos e não tinham filhos, o que acabava sendo vergonhoso e quase um castigo divino para a sociedade da época. Sendo assim recorreram à força da oração, por isso conseguiram a graça que superou as expectativas. Anunciado pelo Anjo Gabriel e assistido por Nossa Senhora nasceu João Batista; um menino com papel singular na História da Salvação da humanidade: "pois ele será grande perante o Senhor...e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe (Santa Isabel). Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus" (Lc1, 15s).

Depois do Salmo profético de São Zacarias, onde ele, repleto do Espírito Santo, profetizou a missão do filho, perdemos o contato com a vida do casal, que sem dúvida permaneceram fiéis ao Senhor até o fim de suas vidas. Assim, a Igreja, tanto do Oriente quanto do Ocidente, reconhecem o exemplo deste casal para todos os casais, já que "ambos eram justos diante de Deus e cumpriram todos os mandamentos e observâncias do Senhor" (Lc 1, 6).

São Zacarias e Santa Isabel, rogai por nós!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A palavra é... Presépio




Segundo o evangelista Lucas, “Maria deu à luz seu filho pri¬mogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria”. (Lucas 2,7)
A palavra “presépio” tem sua origem no latim praesepire, que literalmente significa “cercado na frente”. É formada por dois elementos: pelo prefixo prae, que significa “na frente, antes”; e pela palavra sepire, que significa “cercar, envolver”. Ou seja, era um lugar cercado para dar comida e descanso aos animais, hoje conhecido por estábulo ou curral. Isso mesmo: Jesus nasceu num lugar destinado aos animais!

O termo “presépio” apareceu pela primeira vez no século V. O papa Sisto III (432-440) pediu que fosse construído na Basílica de Santa Maria Maior um relicário para conservação de algumas partes da Gruta de Belém. Desde o século VI, a Basílica também ficou conhecida como “Santa Maria do Presépio”. (Discurso do Cardeal Tarcisio Bertone, 12 de dezembro de 2006)

A cena que representa o nascimento do Menino Jesus foi sendo criada no decorrer da história. No século V, o presépio era representado apenas com a manjedoura e o Menino, uma vaca e um burro. Certamente era uma referência ao profeta Isaías “O boi conhece o seu possuidor, e o asno, o estábulo do seu dono” (Isaías 3,2). Ao final do século V foi acrescentada a estrela de Belém. Na mesma época, também a Virgem Maria foi representada no presépio.

Foi na Idade Média que o presépio se tornou bastante popular. São Francisco de Assis foi o responsável pela popularização do presépio. Em 1223, ao retornar de uma viagem a Roma, informou ao papa Honório III (1216-1227) sobre seus planos de fazer uma representação artística do Natal. Tendo o projeto aprovado, Francisco foi para Greccio e, nas vésperas do Natal, com a ajuda de amigos, construiu uma gruta, agrupando ao redor da imagem do menino, as imagens de Maria, de José, dos pastores, em adoração ao Salvador recém-nascido, e ainda do asno e do boi. A partir desse momento, a tradição natalina foi se estendendo por toda a Europa e de lá para o resto do mundo.

São Carlos Borromeu !









 Carlos, o segundo filho de Gilberto, nasceu em 2 de outubro de 1538. Menino ainda, revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado destas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e o temor a Deus. Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram sinais mais positivos da vocação sacerdotal.

O ano de 1562 veio a Carlos com a graça do sacerdócio. No silêncio da meditação, lançou Carlos planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Estes todos se concentraram na ideia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa. Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era Cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para esta necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que por esta obediência tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.

Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isto foi que grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando ele para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isto não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou, quando em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram a cidade de Milão. Não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio, que teriam ficado fechadas.

Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste, e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos. Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía, para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e este se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.

Gregório XIII, não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, mas ainda recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a este gesto do Papa, o governador de Milão, organizou no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo. O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera, e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou deste período só dois anos.

Quando em outubro de 1584, como era de costume, se retirara para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas, deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.

O Papa Paulo V, canonizou-o em 1610 e fixou-lhe a festa para o dia 04 de novembro.


São Carlos Borromeu, rogai por nós!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Minha homenagem aos que sempre elevaram o nome de nosso Pai!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_dos_papas

Ao abrir este link você fará uma viagem ao nosso passado,e vera como e porque você deve ser Cristão e amar seu irmão,poderá clicar em um dos papas e ver sua história,mais lembre-se todos são acima de tudo humanos,sujeitos a erros.

Finado ou defunto?




No calendário do mês de novembro, há um dia reservado para se reverenciarem os finados. No dia 2, feriado nacional, vamos ao cemitério visitar o túmulo onde estão os restos mortais de nossos parentes e amigos. A palavra "cemitério" é derivada do Grego: koimetérion, que significa "lugar para dormir", ou simplesmente, "dormitório".

A palavra "finado" vem do particípio passado do verbo "finar" - como qualquer estudante do ensino médio logo percebe - e significa: definhar, perder as forças, consumir-se.

Já a palavra "defunto" vem do particípio passado "defunctus", do verbo latino "defungere", cujo significado é "terminar um combate, cumprir uma missão". Assim, aquele nosso parente que foi para junto de Deus acabou de desempenhar sua missão neste mundo. As duas palavras podem resumir a vida daquele que se foi.

Vim ao mundo para desempenhar uma missão. Sou único. Jamais haverá ou houve um ser humano igual a mim. Os dons que Deus me deu ninguém os têm, teve ou terá. A esta altura, uma reflexão se impõe sobre a maneira como estamos exercendo nossa missão.

Fomos chamados a ser santos. Mas cada um de nós o será de maneira diferente. A Genética fala de genes que herdamos de nossos pais e, através deles, também de nossos avós, tataravós e aí por diante. Sabe lá Deus !

Nossa gestação dentro do útero terá sofrido intervenções externas de que nossa mãe nem suspeitava. Só para dar um exemplo, somos fruto de sua alimentação - ou desnutrição - enquanto éramos gerados. Após o nascimento, continuamos dependentes do tipo de leite que nos foi dado.

A divina Providência usa de todos esses fatores para nos convidar a cumprir a missão fundamental, independente de raça, cor ou sexo, de amar nossos irmãos como nos amamos e perdoar os que nos ofendem. Essa é a luta mais difícil.

Quando morto, poderão falar de mim: "Eis um defunto" - aquele que tão bem cumpriu sua missão, lutou e acreditou na esperança!" - ou: "Eis um finado - alguém que apenas definhou?".

Nossa santa Igreja, após o Concílio Vaticano II (1962-1965), mudou a ótica pela qual devemos reverenciar nossos irmãos já mortos. Fez-nos refletir não mais sobre seus pecados, mas sim sobre o que fizeram de bom; sobre aquilo que deixaram como exemplo para nós.

O que irão encontrar em nossa vida nossos filhos e amigos que irá servir de edificação para eles? Eis um morto, finado ou defunto?

Qual a origem do dia de finados?

Estamos  no dia 02,e temos um feriado no qual é decretado devido ao dia de finados, aonde muitas pessoas vão aos cemitérios prestar uma homenagem as pessoas que já não estão mais entre nós onde levam flores, fazem orações e ascendem velas.

No entanto o Dia dos Féis Defuntos ou Dia de Finados como é popularmente conhecido é celebrado pelos cristão desde o século II onde rezavam por todos aqueles falecidos visitando os seus túmulos para rezar, e durante o século V a igreja dedicou um dia do ano para rezar por todos os mortos.

Segundo historiadores a data 02 de novembro não foi escolhida por acaso já que no dia 01 é celebrado o Dia de todos os Santos e diante a ocasião é prestada uma homenagem para todos aqueles que morreram em estado de graça, mas que não receberam a canonização e por isso o dia 02 foi escolhido para relembrar todos aqueles que partiram e que não morreram em estado de graça total, mas que se encontram em estado de purificação.

Entretanto muitos acabam prestando homenagens para aqueles que a faleceram, mas que na realidade nem sabiam de onde veio a origem de celebrar o dia de finados onde visitam os túmulos, fazem oração e pedem em intenção daquele que já não pertence mais a este mundo. Confira algumas curiosidades do dia de finados que segue abaixo.

• Seguindo o cristianismo o dia de finados ganharia uma outra conotação já que ao invés de ser Dia de Finados a data seria conhecida como A lembrança dos fies defuntos.

• Muitos não vêem diferença nos termos finado e defunto, mas finado indica aquele que
finou, ou seja, que partiu, e defunto tem a origem de defungor que se entender por já cumprir plenamente a sua missão.

• Para aqueles que seguem a igreja católica o dia passa a ser celebrado com orações e presença de velas dentro de casa, mas algumas famílias vão mais além e não ligam nem se quer o radio e a televisão neste dia.

• Ao analisar o contexto do Dia dos féis defuntos de acordo com a igreja a data é para celebrar o cumprimento da missão na terra daqueles que já faleceram e ainda uma chance de pedir para que a alma descanse em paz junto ao criador por meio de orações.